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segunda-feira, 27 de novembro de 2023
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
Cyberbullying ameaça saúde mental de internautas
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| (Imagem: Freepik) |
Nos últimos anos, o progresso tecnológico e o uso crescente das redes sociais revelaram uma preocupação crescente: o cyberbullying. Esta prática, que frequentemente envolve a humilhação e exposição de indivíduos online, não apenas prejudica a honra das vítimas, mas também tem um impacto significativo em sua saúde mental.
O cyberbullying pode se manifestar em diversas plataformas, incluindo mídias sociais, jogos online e grupos de aplicativos, como o WhatsApp, e pode resultar em consequências devastadoras. Vítimas frequentes desse tipo de assédio muitas vezes experimentam isolamento social, tristeza persistente e, em casos mais graves, podem desenvolver problemas como depressão, transtornos de ansiedade e síndrome do pânico.
É de extrema importância priorizar a criação de espaços seguros onde os jovens possam expressar seus sentimentos de maneira construtiva e saudável. Além disso, é imperativo educar a comunidade sobre os perigos do cyberbullying e fomentar uma cultura de empatia e compreensão nas interações online.
Aqui estão algumas ações importantes para considerar ao lidar com o cyberbullying:
1. Não retaliar online: É fundamental evitar qualquer tipo de resposta ou retaliação online, pois isso pode agravar a situação e potencialmente tornar as coisas piores.
2. Buscar apoio emocional: Conversar com um familiar ou amigo de confiança pode ajudar a aliviar o estresse e a ansiedade associados ao cyberbullying. Ter alguém em quem confiar pode fazer uma grande diferença.
3. Registrar e documentar evidências: Manter registros de mensagens, publicações ou interações online que constituam o cyberbullying pode ser útil caso seja necessário relatar o incidente a autoridades escolares ou à polícia.
4. Bloquear o agressor: Utilizar as configurações de privacidade disponíveis nas plataformas de mídia social para bloquear o agressor pode ajudar a interromper o fluxo de mensagens ou interações prejudiciais.
5. Reportar o incidente: Muitas plataformas de mídia social possuem recursos de denúncia que permitem aos usuários relatar comportamentos abusivos.
6. Buscar apoio profissional: Se o impacto emocional do cyberbullying estiver afetando significativamente o bem-estar, é fundamental procurar a ajuda de um psicólogo, terapeuta ou profissional de saúde mental qualificado.
É importante lembrar que ninguém deve enfrentar o cyberbullying sozinho. Buscar apoio e orientação de pessoas de confiança e especialistas é crucial para lidar eficazmente com essa situação.
quinta-feira, 26 de outubro de 2023
Saúde mental no esporte de alto rendimento
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| Simone Biles (reprodução internet) |
A saúde mental no esporte de alto rendimento tem sido amplamente discutida, principalmente após a decisão da ginasta Simone Biles de priorizar sua saúde mental durante os Jogos Olímpicos de Tóquio.
Fatores como sobrecarga de treinamento, lesões, pressão por resultados e problemas pessoais podem desencadear questões de saúde mental nos atletas, levando muitos deles a sofrer em silêncio no passado devido ao estigma em torno da vulnerabilidade emocional no meio esportivo.
No entanto, as práticas de treinamento e a compreensão dos impactos psicológicos têm evoluído, destacando a importância de uma abordagem multidisciplinar para prevenir e tratar problemas de saúde mental. A promoção da autoestima, do autocuidado e do equilíbrio entre deveres e direitos é essencial para garantir a estabilidade emocional dos atletas.
Além disso, é crucial que todos os envolvidos no esporte se comprometam a promover um ambiente acolhedor para discutir abertamente sobre saúde mental e a buscar ajuda especializada quando necessário.
A compreensão e a intervenção adequadas por parte dos treinadores e da equipe multidisciplinar são fundamentais para garantir a saúde integral dos atletas de alto rendimento.
Saiba mais em Forbes.
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
Banalização de diagnósticos on-line preocupa especialistas
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| (Imagem: Freepik) |
De acordo com publicação do portal Metrópoles, a banalização dos diagnósticos feitos na internet preocupa especialistas, que alertam para o risco de autodiagnósticos e desenvolvimento de sintomas inexistentes.
Com a disseminação de informações sobre saúde mental nas redes sociais, muitos usuários passam a interpretar erroneamente os sinais de ansiedade e depressão, podendo, inclusive, diagnosticar outras pessoas, sem qualificação para isso.
Embora seja positivo ver uma maior abertura para discussões sobre saúde mental, é fundamental lembrar que o diagnóstico preciso e o tratamento adequado devem ser conduzidos por profissionais devidamente capacitados.
A busca por orientação especializada é crucial para evitar complicações e garantir um caminho eficaz em direção à recuperação.
Conforme enfatizado pelos especialistas, o compartilhamento de experiências e informações nas redes sociais deve ser encarado como um primeiro passo para obter ajuda profissional, e não como um substituto para um diagnóstico adequado.
terça-feira, 24 de outubro de 2023
Cidade de Santo Antônio de Pádua (RJ) promove conversa sobre saúde mental LGBTI+
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| (Imagem: Freepik) |
Nesta terça-feira (24), das 14h às 16h, a coordenadora do Estudo Smile no Brasil, Profa. Dra. Jaqueline Gomes de Jesus, estará presente no Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior - INFES/UFF, na cidade de Santo Antônio de Pádua. Na conversa serão abordadas questões cruciais relacionadas à saúde mental da comunidade LGBTI+ nas perspectivas global e local, além de informações sobre os desdobramentos da pesquisa Smile no Brasil. A entrada é gratuita e aberta ao público, com vagas limitadas.
Jundiaí e Sorocaba (SP): mais de 65 mil atendimentos relacionados à ansiedade e pânico nos últimos três anos
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| (Imagem: Freepik) |
Um surpreendente levantamento divulgado pelo G1 revela que as cidades de Jundiaí e Sorocaba, no interior de São Paulo, registraram uma procura expressiva por atendimentos relacionados à ansiedade e à crise de pânico nos últimos três anos.
Em Jundiaí (SP), quase 40 mil pessoas procuraram atendimento na rede municipal de saúde, enquanto Sorocaba atendeu 26.796 pessoas na Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) da cidade. Este fenômeno revela que a preocupação com a saúde mental se estende para além dos limites das grandes metrópoles, afetando comunidades em todo o país.
Segundo a prefeitura de Jundiaí, a faixa etária mais afetada foi de mulheres entre 20 e 40 anos, representando o grupo que mais buscou ajuda.
A prefeitura de Sorocaba enfatiza a importância do tratamento multidisciplinar para cuidados com a saúde mental. O atendimento abrange uma variedade de profissionais, incluindo psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, fonoaudiólogos, educadores físicos e fisioterapeutas.
Os moradores podem acessar esses serviços em 33 UBSs da cidade, sendo encaminhados para unidades especializadas, conhecidas como "UBSs polos", de acordo com o diagnóstico clínico. Além disso, oito unidades do Caps estão disponíveis para casos de transtornos mentais mais graves e duradouros.
Como uma medida de apoio, o G1 compilou uma lista de locais em Sorocaba e Jundiaí que oferecem serviços de atendimento gratuito.
Sorocaba - Polos de atendimento multidisciplinar:
Polo I: UBSs Sorocaba I / Wanel Ville - Rua Alexandre Caldini, 442, das 7h às 17h;
Polo II: UBS Fiori - Rua André Manente, s/n, das 7h às 19h;
Polo III: UBSs Haro / Hortência - Rua Teodoro Kaisel, 677, das 7h às 19h;
Polo IV: UBS São Guilherme - Rua Belmiro Moreira Soares, 1100, das 7h às 19h;
Polo V: UBS Brigadeiro Tobias - Rua Ana Gomes Correa, 55, das 7h às 19h.
Em Jundiaí, o atendimento em saúde mental segue os princípios da Política Nacional de Saúde Mental.
As ações vão desde a atenção básica nas UBSs, Clínicas da Família, Centro de Convivência, Cultura, Trabalho e Geração de Renda e Consultório de Rua, passando pelo cuidado nos quatro Centros de Atenção Psicossocial e, se necessário, à atenção hospitalar no Pronto Socorro e Enfermaria de Retaguarda de Saúde Mental nos Hospitais São Vicente e Universitário.
A porta de entrada pode ser a UBS referência do usuário ou o Caps. Cabe observar que nos Caps não há necessidade de agendamento prévio ou encaminhamento de outro serviço para a realização do acolhimento. O Caps III e AD III funcionam por 24h, e os endereços das unidades estão disponíveis no site da prefeitura.
segunda-feira, 23 de outubro de 2023
Atriz Mariana Xavier revela sua jornada contra ansiedade e defende acompanhamento psiquiátrico
sábado, 21 de outubro de 2023
Os perigos da automedicação
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| (Imagem: Freepik) |
Um cenário preocupante apontado por especialistas é o aumento da automedicação com remédios controlados para tratar sintomas de ansiedade e depressão, como indicam pesquisas recentes.
A ansiedade, uma resposta natural do corpo humano, pode evoluir para um transtorno mental com sintomas como inquietação, preocupação excessiva e insônia, demandando tratamento especializado.
Durante a pandemia de covid-19, o uso de antidepressivos e estabilizadores de humor cresceu 14%, conforme dados do Conselho Federal de Farmácia (CFF). No entanto, o uso inadequado de medicamentos pode acarretar efeitos adversos e mascarar sintomas de casos mais graves, sublinham especialistas.
A Profa. Dra. Viviani Milan Ferreira Rastelli, do curso de Farmácia da Universidade Cruzeiro do Sul, ressalta a importância do acompanhamento profissional para o tratamento adequado de distúrbios psicológicos, incluindo a combinação de terapias ocupacionais, dança e medicina integrativa, quando necessário.
sexta-feira, 20 de outubro de 2023
Sinais que podem indicar que seu filho precisa de ajuda
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| (Imagem: Freepik) |
Segundo estudo recente do Instituto de Psiquiatria da USP, cerca de 26% das crianças e adolescentes brasileiros, com idades entre 5 e 17 anos, apresentam sintomas clínicos de ansiedade e depressão, indicando a necessidade de tratamento especializado. Paralelamente, uma pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) em colaboração com o Instituto de Pesquisas Cananéia (IPeC) revelou que 60% dos jovens de 12 a 18 anos relatam preocupações relacionadas à saúde mental.
Além disso, um levantamento realizado pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Instituto Ayrton Senna, abrangendo 642 mil alunos no âmbito do SARESP (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), revelou que 70% dos estudantes na região de São Paulo apresentam sintomas de depressão e ansiedade. Entre os sintomas relatados, um em cada três estudantes enfrenta dificuldades de concentração, enquanto outros relatam exaustão, insônia e perda de confiança em si mesmos.
Dra. Danielle H. Admoni, psiquiatra da Infância e Adolescência na Escola Paulista de Medicina UNIFESP e especialista pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), aconselha os pais a estarem atentos a sinais de alerta, como comportamento autodestrutivo, isolamento no mundo virtual, dores e alterações no organismo, mudanças de humor, distúrbios do sono e queda no desempenho escolar. Ela ressalta a importância do apoio familiar e do acolhimento, além de encorajar atividades saudáveis e uma comunicação aberta para garantir que os jovens se sintam compreendidos e apoiados. A especialista enfatiza a importância de buscar orientação profissional para um diagnóstico e tratamento adequados.
quinta-feira, 19 de outubro de 2023
Medo das sensações físicas pode levar pessoas ansiosas a evitar atividades físicas
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| (Imagem: Freepik) |
De acordo com especialistas em saúde mental, a "sensibilidade à ansiedade" refere-se ao medo que algumas pessoas têm em relação a sensações corporais associadas à ansiedade, como batimentos cardíacos acelerados, transpiração ou falta de ar. Um estudo recente publicado na revista Mental Health and Physical Activity sugere que indivíduos com alta sensibilidade à ansiedade tendem a se engajar em menos atividade física, especialmente quando a intensidade da atividade é maior.
Embora a prática de exercícios físicos seja crucial para melhorar o bem-estar e aliviar sintomas de transtornos mentais, pessoas com ansiedade podem evitar tais atividades devido ao medo das sensações físicas associadas à ansiedade.
A autora do estudo, Sherry Stewart, da Universidade Dalhousie, no Canadá, ressalta que indivíduos com alta sensibilidade à ansiedade podem recorrer a comportamentos prejudiciais, como o consumo de álcool e drogas, como forma de aliviar os sintomas.
A análise, baseada em 43 estudos de alta qualidade e cerca de 10.300 participantes, revelou que quanto mais preocupações relacionadas aos sintomas físicos da ansiedade os indivíduos apresentavam, menor era a probabilidade de praticarem atividades físicas, principalmente as mais intensas. No entanto, as preocupações relacionadas à ansiedade em situações sociais não mostraram uma ligação significativa com a falta de atividade física.
Os pesquisadores observam limitações no estudo, mas ressaltam a importância de considerar a sensibilidade à ansiedade ao recomendar a prática de atividade física para pessoas com esse transtorno. Eles sugerem um acompanhamento mais próximo durante os exercícios e um aumento gradual da intensidade para garantir o conforto e o benefício máximo para esses indivíduos.
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Cantora Gabi Melim fala sobre diagnóstico de ansiedade
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| Gabi Melim (reprodução internet) |
Gabi Melim, vocalista da banda Melim, abriu o coração em uma conversa com o portal Universa uol, revelando detalhes sobre seu diagnóstico de ansiedade.
A cantora, conhecida por sua aura leve, recusou a sugestão de esconder sua condição, defendendo que mentir sobre a própria verdade só a invalidaria. Ela admitiu lidar com a ansiedade por toda a vida, mas só descobriu oficialmente em 2019, quando a agenda agitada da banda agravou os sintomas.
Embora muitos pensem que a fama possa ter sido o gatilho, Gabi ressalta que o problema estava na qualidade de vida comprometida, com falta de sono e alimentação adequada. Ela revelou que a ansiedade, combinada com o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), a deixava frequentemente desconectada do presente, presa em preocupações passadas ou futuras.
A decisão de buscar ajuda não foi motivada por um único acontecimento, mas sim por uma série de eventos estressantes, incluindo um sério problema vocal e o impacto da pandemia, que interrompeu abruptamente sua agenda de shows.
Gabi revelou ter procurado um psiquiatra, que a prescreveu medicamentos para tratar a ansiedade e a depressão. No entanto, ela percebeu que a melhora também exigia mudanças de estilo de vida, incluindo sono adequado, alimentação saudável, hidratação, exercícios e a definição de limites para si mesma. A música continua sendo sua paixão e fonte de vida, e ela está determinada a superar os desafios que a ansiedade apresenta.
Áreas verdes nas cidades tem impacto positivo na saúde mental
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| (Imagem: Freepik) |
Um estudo da Universidade de Liverpool revelou que áreas verdes nas cidades têm o poder de prevenir ansiedade e depressão, além de explorar a relação entre esses espaços e a desigualdade socioeconômica.
Pesquisadores, liderados pelas professoras Sarah Rodgers e Rebecca Geary, uniram forças com cientistas internacionais, reunindo dados anônimos de áreas verdes e azuis (como lagos), bem como registros de ansiedade e depressão de 2 milhões de pessoas no País de Gales ao longo de uma década.
O estudo constatou que áreas verdes e azuis reduziram significativamente os sintomas de ansiedade e depressão, levando a uma menor procura por serviços de saúde mental. Além disso, os benefícios foram mais acentuados em comunidades de baixa renda, destacando a importância de investimentos públicos na criação de tais espaços nas cidades.
terça-feira, 17 de outubro de 2023
Como identificar sinais precoces de ansiedade
Com a crescente pressão enfrentada pelos jovens nos dias de hoje, compreender a diferença entre o estresse comum da adolescência e uma possível ansiedade é essencial. Muitos pais se veem questionando: será apenas o estresse associado à idade ou um problema mais complexo por trás das mudanças comportamentais?
Nos Estados Unidos, a ansiedade entre os adolescentes está em ascensão, revelam estudos recentes, que indicam que cerca de 32% deles foram diagnosticados com algum tipo de transtorno de ansiedade. Esses números alarmantes destacam a necessidade de uma abordagem cuidadosa para identificar e abordar a ansiedade entre os adolescentes.
A ansiedade, de acordo com especialistas, é uma resposta do cérebro ao estresse, desencadeada pela percepção de um perigo iminente. Esse perigo pode estar relacionado a uma ameaça física real ou à antecipação de eventos futuros, levando o indivíduo a sentir ansiedade por situações que ainda não ocorreram.
É importante notar que a ansiedade pode se manifestar mesmo na ausência de um gatilho aparente ou de pensamentos específicos. O cérebro humano, em sua busca por segurança, tem a capacidade de registrar momentos de estresse e se preparar para situações semelhantes no futuro. Quanto mais frequentemente o cérebro acessa essas memórias de estresse, mais rapidamente e intensamente a resposta é ativada em ocasiões subsequentes.
É fundamental que pais, educadores e profissionais de saúde estejam atentos a esses sinais para oferecer o apoio necessário aos adolescentes nessa luta emocional. Compreender a ansiedade na adolescência requer uma análise mais profunda do funcionamento do cérebro.
A amígdala, uma estrutura cerebral com formato semelhante a uma amêndoa, desempenha um papel crucial na geração do medo. Ela faz parte do sistema límbico, responsável por gerenciar emoções, memórias e instintos de sobrevivência. Consequentemente, a amígdala foi projetada para priorizar situações de perigo, ferimento ou medo. No entanto, se essa estrutura se tornar hiperativa, pode desencadear níveis excessivos de ansiedade.
Ao perceber uma ameaça, a amígdala aciona a liberação de adrenalina e outros hormônios, dando início à resposta de "lutar ou fugir". Esse processo direciona o sangue para os membros, permitindo uma reação rápida, seja para defesa ou fuga.
Embora essa seja uma resposta biológica vital, quando ativada sem a presença de um perigo real - como na ansiedade antecipatória -, a energia acumulada pode persistir no corpo, resultando em um sentimento contínuo de ansiedade.
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| (Imagem: Freepik) |
segunda-feira, 16 de outubro de 2023
Marie Claire: mulheres têm mais depressão e ansiedade do que homens
A revista Marie Claire abordou a prevalência de depressão e ansiedade entre mulheres, apontando que tais transtornos são duas vezes mais comuns nelas do que nos homens.
Fatores como pressão estética, sobrecarga de responsabilidades sociais e desafios hormonais contribuem para esses índices.
A psiquiatra Mariana Echegaray, da Universidade de São Paulo (USP), discute os múltiplos fatores que contribuem para a disparidade na saúde mental entre os gêneros. Ela enfatiza que a relação entre os transtornos mentais e esses fatores não é simples, envolvendo elementos genéticos, ambientais, sociais e hormonais. A violência de gênero, a desigualdade salarial e a sobrecarga de trabalho são apontados como alguns dos fatores críticos que afetam o bem-estar mental das mulheres.
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| (Imagem: Freepik) |
domingo, 15 de outubro de 2023
Seis alimentos que podem aumentar sua ansiedade
A relação entre alimentação e saúde mental é cada vez mais reconhecida, e é importante compreender como certos alimentos consumidos no nosso dia a dia podem alterar nossa ansiedade.
Segundo matéria publicada no portal Minha Vida, certos alimentos comuns do dia a dia podem aumentar os sintomas de ansiedade, como este seis aqui:
1. Café: Por ser rico em cafeína, uma substância estimulante que aumenta o estado de alerta e a capacidade de raciocínio, o café pode ser um alimento não recomendável para quem sofre de ansiedade. Em altas quantidades, o café pode agravar o sentimento de irritabilidade e sintomas de ansiedade, bem como também pode acarretar a diminuição de hormônios importantes para o bem-estar, como a serotonina.
2. Refrigerantes: O alto teor de açúcar pode aumentar o estresse, a ansiedade e até gerar dependência.
3. Pizza: Alimentos com alta quantidade de carboidratos podem elevar os níveis de insulina e adrenalina, resultando em irritabilidade e inquietação.
4. Chá: Apesar de conhecidos pelo efeito relaxante, alguns tipos de chá contêm cafeína e podem acelerar os batimentos cardíacos, devendo ser consumidos com cautela por quem sofre de ansiedade.
5. Álcool: O consumo de álcool pode ser extremamente prejudicial para pessoas com ansiedade, já que ele é capaz de desequilibrar os neurotransmissores responsáveis pelo relaxamento, levando à inquietação e dificuldade de concentração.
6. Ketchup: Assim como os refrigerantes, o alto teor de açúcar pode desencadear e intensificar sintomas de ansiedade e depressão.
sábado, 14 de outubro de 2023
Preocupações com ansiedade disparam no Brasil
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| (Imagem: Freepik) |
De acordo com matéria publicada no Correio do Estado, o Brasil está enfrentando uma crescente preocupação com a ansiedade e agora ocupa o segundo lugar global em buscas relacionadas ao tema, superado apenas pela Ucrânia.
Os dados revelados pelo Google Trends indicam um aumento exponencial nas pesquisas, especialmente durante o período pandêmico e mesmo no pós-pandemia.
Ainda segundo a matéria, especialistas apontam que a crise da Covid-19, com suas ramificações econômicas e sociais, desempenhou um papel significativo nessa tendência preocupante. "As pessoas enfrentam desafios ao retornar a um ambiente social marcado pelo medo e pela incerteza", afirma Mana Mendonça, psicóloga da plataforma de gestão de saúde corporativa, Orienteme.
Além disso, o recente pico de buscas relacionadas à ansiedade é atribuído ao retorno ao trabalho presencial. "A transição para um regime híbrido desencadeou um aumento notável de crises de ansiedade entre os trabalhadores", acrescenta Mendonça.
sexta-feira, 13 de outubro de 2023
Equilíbrio: estudantes que se preparam para o Enem devem cuidar da saúde mental
A contagem regressiva para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) está repleta de desafios para milhares de estudantes em todo o Brasil. Enquanto se preparam para enfrentar uma das provas mais decisivas de suas vidas, os jovens devem lidar não apenas com uma extensa gama de matérias, mas também com questões emocionais que podem afetar seu desempenho.
Considerada uma etapa crucial para o ingresso no ensino superior, o Enem tem se mostrado um terreno fértil para a ansiedade e o estresse entre os estudantes, que enfrentam uma pressão crescente para alcançar resultados satisfatórios.
Embora a preparação intensiva seja essencial, especialistas destacam a importância de cuidar da saúde mental durante este período desafiador. Aqui estão algumas estratégias que podem ajudar os estudantes a controlar a ansiedade pré-Enem:
1. Meditação e Yoga: Técnicas milenares como meditação e Yoga têm se mostrado eficazes para reduzir os níveis de ansiedade. Ao dedicar algum tempo para praticar essas técnicas, os alunos podem aprender a direcionar sua atenção para o presente, minimizando a preocupação com as provas e concentrando-se melhor nos estudos.
2. Redução do Tempo de Tela: Estudos recentes indicam que o uso excessivo de telas (celulares, tablets, computadores) pode contribuir significativamente para o aumento da ansiedade, especialmente entre os jovens. Como estratégia para minimizar os níveis de estresse, é recomendável reduzir o tempo gasto em dispositivos eletrônicos. Criar um planejamento detalhado para o uso dessas tecnologias pode ser uma abordagem eficaz para controlar a ansiedade e manter o foco nos estudos.
3. Suporte Profissional: Reconhecendo a complexidade dos desafios emocionais enfrentados pelos estudantes, é fundamental buscar apoio profissional, como terapeutas e especialistas em saúde mental.
Enquanto os estudantes se empenham em seu preparo para o Enem, é crucial que sejam incentivados a cuidar de sua saúde mental, a fim de enfrentar os desafios com resiliência e confiança. Com estratégias eficazes de gerenciamento da ansiedade, os candidatos podem maximizar seu potencial e enfrentar o exame com tranquilidade e foco.
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| Imagem: Freepik |
quarta-feira, 11 de outubro de 2023
Grupo de Apoio Sem Transtorno volta a se reunir no dia 21
Atendendo a pedidos 😊 as próximas reuniões do Grupo de Apoio Sem Transtorno ocorrerão a cada quinze dias, em vez de mensalmente! 🤩
Inicialmente, realizaremos esse cronograma até dezembro e, posteriormente, decidiremos se os encontros continuarão sendo mensais ou quinzenais em 2024.
Para se inscrever, basta enviar um e-mail para semtranstorno@gmail.com ou preencher um formulário clicando aqui.
Se você já participou do encontro anterior, não é necessário se inscrever novamente, ok? Até lá! 💕
Grupo de Apoio Sem Transtorno para pessoas com transtorno do pânico e ansiedade generalizada
Reuniões gratuitas no Rio de Janeiro
Próximo encontro dia 21 de outubro, das 9h30 às 11h30, no Shopping Downtown, na Barra da Tijuca
Notificações de celular e ansiedade: o impacto da conexão permanente
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| (Imagem: Freepik) |
Os smartphones são hoje uma extensão de nossas vidas. Eles nos mantêm conectados, informados e entretidos, mas também têm um lado problemático. As constantes notificações que inundam nossos dispositivos podem ter um impacto significativo em nossa saúde mental.
Aqui estão algumas maneiras pelas quais as notificações de celular podem contribuir para a ansiedade:
1. As notificações interrompem nossas atividades e pensamentos, tornando difícil manter o foco e a concentração.
2. As redes sociais podem desencadear ansiedade devido à pressão para se manter constantemente atualizado e responder às mensagens instantaneamente, levando a sentimentos de inadequação.
3. FOMO (Fear of Missing Out): O medo de perder algo importante, seja uma notícia ou um convite para um evento, pode causar ansiedade e levar a verificar constantemente o celular.
A boa notícia é que existem maneiras de lidar com a ansiedade relacionada às notificações de celular:
1. Configurar notificações prioritárias: Personalize as configurações de notificação para receber alertas apenas de aplicativos e contatos importantes. Isso reduzirá o número de interrupções.
2. Estabelecer horários de verificação: Reserve períodos específicos do dia para verificar notificações, em vez de responder imediatamente a cada uma delas.
3. Desconectar-se regularmente: Tire pausas digitais regulares, desconectando-se completamente do celular para recarregar mentalmente.
4. Definir limites de uso: Utilize aplicativos de controle de tempo para monitorar e limitar o tempo gasto em determinados aplicativos ou redes sociais.
5. Mindfulness: Praticar a atenção plena ajuda a reduzir a ansiedade, permitindo que você se concentre no momento presente em vez de nas notificações.
Ao adotar estratégias para gerenciar as notificações e promover uma relação mais saudável com a tecnologia, é possível reduzir a ansiedade e restaurar o equilíbrio na vida digital. Encontrar um equilíbrio saudável entre a conexão digital e o bem-estar emocional é essencial em uma sociedade cada vez mais conectada.
terça-feira, 10 de outubro de 2023
O medo de ter medo
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| (Imagem: Freepik) |
Por Fabiane Fischer (jornal JP)
A ansiedade é um problema cada vez mais comum na sociedade contemporânea. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, a ansiedade é a condição de saúde mental mais prevalente no mundo, afetando cerca de 260 milhões de pessoas. Em Piracicaba, não é diferente: muitas pessoas sofrem com os sintomas da ansiedade e com o medo de ter medo, um ciclo que pode ser difícil de quebrar sozinho.
A ansiedade é uma reação normal do organismo diante de situações estressantes ou desafiadoras. No entanto, quando ela se torna excessiva e interfere na vida cotidiana da pessoa, é considerada um transtorno de ansiedade.
Os sintomas incluem preocupação constante, tensão muscular, irritabilidade, insônia, dificuldade de concentração, dores de cabeça, falta de ar, sensibilidade à luz, formigamentos nos braços e pernas, taquicardia, sudorese, compulsão alimentar, perda de memória a curto prazo, depressão, dificuldades no trabalho, pesadelos, respiração ofegante, mãos frias, visão turva, sensações de engasgo, fala acelerada, ondas de calor, dormência, falta de apetite, tremores, dores abdominais, pernas inquietas, arrotos, cansaço extremo, tontura e sensação de desmaio, enjoo, zumbidos no ouvido, boca seca, sensação de descoordenação na fala, aperto na garganta, despersonalização, nervosismo, vontade de chorar constante, angústia, pensamentos repetitivos, falta de libido, medo de morrer, pensamentos ligados à doenças, entre muitos outros sintomas.
Um dos grandes desafios para quem sofre com ansiedade é o medo de ter medo. Isso porque a pessoa pode ficar presa em um ciclo de preocupação constante, imaginando situações futuras que possam desencadear sintomas de ansiedade. Essa preocupação excessiva pode, por sua vez, desencadear a própria ansiedade, tornando o ciclo ainda mais difícil de quebrar. E a sensação é tão ruim quando a ansiedade vem que a pessoa passa o restante do dia pensando nas sensações e com medo de que elas se repitam, e com isso fica presa no medo o tempo todo.
Existem algumas estratégias que podem te ajudar a lidar com a ansiedade no dia a dia, então vou passar aqui algumas:
- Pratique técnicas de relaxamento, como meditação, respiração profunda ou relaxamento muscular progressivo. Essas técnicas podem ajudar a reduzir a tensão muscular e a sensação de ansiedade.
- Exercite-se regularmente. A atividade física libera endorfina, um neurotransmissor que promove sensação de bem-estar e alívio do estresse.
- Estabeleça rotinas regulares para o sono e alimentação. Uma boa noite de sono e uma alimentação saudável e equilibrada podem te ajudar muito. Inclua na sua alimentação alimentos com triptofano (eles ajudam na manutenção dos neurotransmissores). O abacate e a couve-flor são incríveis!
- Identifique os gatilhos que desencadeiam a ansiedade e tente evitá-los ou lidar com eles de forma mais saudável. Por exemplo, se a multidão em um local público desencadeia sua ansiedade, tente ir a lugares mais calmos ou use técnicas de relaxamento antes de sair de casa.
- Aprenda a lidar com pensamentos negativos. A terapia pode ajudar a identificar e mudar padrões de pensamento que contribuem para a ansiedade.
- Tome um chá e um banho morno antes de ir para cama. Pratique o autoconhecimento, isso é e extremamente curativo, aliás, você é o produto de tudo aquilo que você viu, ouviu e sentiu desde a infância e se conhecer melhor irá te libertar dos traumas vividos até então.
- Valorize seus momentos de descanso e preserve suas horas de sono.
Em resumo, a ansiedade é um problema de saúde mental cada vez mais comum na sociedade atual. É importante buscar ajuda e aprender estratégias para lidar com ela. Com tratamento adequado e mudanças no estilo de vida, é possível quebrar o ciclo de preocupação constante e ter uma vida equilibrada e saudável.

















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